Trauma Pélvico Instável: Manejo do Choque Hemorrágico

HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2020

Enunciado

Um motociclista de 24 anos, vítima de colisão com auto em alta velocidade, chega ao pronto-socorro imobilizado em prancha rígida, com colar cervical, e lençol contendo a pelve. Está em ventilação espontânea, com máscara de oxigênio, tendo saturação de 95%. A via aérea está pérvia e a ausculta pulmonar é normal. Recebeu já 1 litro de soro fisiológico aquecido. Pulso: 140 bpm, rítmico; PA: 60 × 40 mmHg; tempo de enchimento capilar: 5 segundos, frequência respiratória: 18 irpm; Glasgow: 14; pupilas isofotorreagentes. A pelve é instável e tem deformidade na coxa direita. Os pulsos periféricos são muito fracos, filiformes, mas estão presentes. O toque retal não tem alterações. O FAST (focused assessment with sonography for trauma) é negativo. Conduta, neste momento:

Alternativas

  1. A) Laparotomia exploradora.
  2. B) Tamponamento intraperitoneal.
  3. C) Transferência imediata para centro de trauma, para embolização arterial pélvica.
  4. D) Tamponamento pélvico extraperitoneal.
  5. E) Tomografia de corpo inteiro.

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