TCE Grave Pediátrico: Diagnóstico e Manejo Inicial

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2017

Enunciado

Criança de 4 anos, chega a sala de trauma com história de ter caído da cama há 6 horas. Ao exame físico encontra-se com com cianose de extremidades, palidez cutânea, frequência respiratória irregular 10-15 irpm, tórax com boa expansibilidade sem retrações intercostais, Pulmão: Murmúrio vesicular presente, simétrico, sem RA . Coração: 2 BRNF, sem sopros, FR: 78 ipm, PA: 130 x 50 mmHg, pulsos cheios, perfusão 2 seg. Abdome: semigloboso, com discreto aumento da tensão, RH+, fígado e baço não palpáveis. SN: Não responde ao chamado verbal, abertura ocular ao estímulo doloroso, extensão de membros ao estímulo doloroso central. Qual o diagnóstico e conduta?

Alternativas

  1. A) TCE grave com escala de coma de Glasgow 7. Intubação com sequencia rápida, utilizando tubo endotraqueal n° 4.0 com cuff, tentar hiperventilação por alguns minutos e manitol 0,25 g/kg.
  2. B) TCE grave devido a maus tratos com escala de coma de Glasgow 5. Intubação com sequência rápida utilizando tubo endotraqueal n° 4.5 com cuff, elevação da cabeceira 30°, hiperventilação por poucos minutos e salina hipertônica 3%.
  3. C) TCE grave com escala de coma de Glasgow 6, com tríade de Cushing. Intubação com sequência rápida, utilizando tubo endotraqueal n° 4.5 sem cuff, elevação da cabeceira e salina hipertônica.
  4. D) TCE grave e choque neurogênico devido a maus tratos, com escala de coma de Glasgow 6. Intubação com sequência rápida utilizando tubo endotraqueal n° 5.0 sem cuff, elevação da cabeceira e salina hipertônica 3%.

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