UESPI - Universidade Estadual do Piauí — Prova 2021
No trauma abdominal, podemos afirmar:
Trauma abdominal contuso: baço é o órgão mais frequentemente lesado.
O trauma abdominal contuso é mais comum em acidentes automobilísticos e quedas. O baço, devido à sua localização e fragilidade, é o órgão sólido mais frequentemente lesado nesse tipo de trauma, seguido pelo fígado.
O trauma abdominal é uma das principais causas de morbimortalidade em pacientes traumatizados, podendo ser classificado como contuso ou penetrante. O trauma abdominal contuso, frequentemente resultante de acidentes automobilísticos, quedas ou agressões, é caracterizado pela ausência de violação da integridade da pele, mas com potencial para lesões graves de órgãos internos devido a forças de compressão, desaceleração ou cisalhamento. A avaliação do trauma abdominal exige alta suspeição, pois a apresentação clínica pode ser sutil ou mascarada por outras lesões. É um erro comum acreditar que a ausência de dor abdominal ou sinais de peritonite exclui lesões intra-abdominais, especialmente em pacientes com rebaixamento do nível de consciência ou sob efeito de substâncias. A investigação deve ser guiada pela estabilidade hemodinâmica do paciente, com o FAST e a tomografia computadorizada sendo ferramentas diagnósticas cruciais. No trauma abdominal contuso, o baço é o órgão sólido mais frequentemente lesado, seguido pelo fígado. Lesões esplênicas podem variar de pequenos hematomas subcapsulares a lacerações extensas com hemorragia maciça. O manejo inicial foca na estabilização hemodinâmica com reposição volêmica. A decisão entre manejo conservador e cirúrgico depende da estabilidade do paciente, grau da lesão e presença de outras lesões. A compreensão desses princípios é vital para a prática do residente.
No trauma abdominal contuso, o baço é o órgão sólido mais frequentemente lesado, seguido pelo fígado. Isso se deve à sua localização e à natureza do trauma que pode causar compressão e laceração.
Não, a ausência de dor abdominal ou sinais de peritonite ao exame físico não exclui lesões intra-abdominais significativas, especialmente em pacientes com alteração do nível de consciência, intoxicação ou outras lesões distrativas.
A prioridade é a reposição volêmica agressiva e o controle da hemorragia. A investigação diagnóstica (como FAST ou TC) deve ser realizada concomitantemente ou logo após a estabilização inicial do paciente.
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