Santa Casa de São José dos Campos (SP) — Prova 2023
No Brasil, o esquema mais utilizado para todos os casos novos de qualquer forma de tuberculose. Exceto para meningite concomitante.
Tuberculose (exceto meningite): 2 meses RIPE + 4 meses RH.
O esquema básico para o tratamento da tuberculose no Brasil, para a maioria das formas da doença (exceto meningite), consiste em uma fase intensiva de dois meses com Rifampicina, Isoniazida, Pirazinamida e Etambutol (RIPE), seguida por uma fase de manutenção de quatro meses com Rifampicina e Isoniazida (RH).
A tuberculose (TB) continua sendo um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, exigindo um tratamento rigoroso e padronizado para garantir a cura e prevenir o desenvolvimento de resistência medicamentosa. O Ministério da Saúde estabelece diretrizes claras para o manejo da doença, que são cruciais para a formação de residentes. O esquema terapêutico padrão para a maioria das formas de tuberculose (exceto meningite tuberculosa e outras formas graves ou resistentes) é dividido em duas fases. A fase intensiva, com duração de dois meses, utiliza a combinação de quatro fármacos: Rifampicina (R), Isoniazida (H), Pirazinamida (Z) e Etambutol (E), conhecida como esquema RIPE. Essa fase visa a rápida redução da carga bacilar e a prevenção da resistência. Após a fase intensiva, segue-se a fase de manutenção, com duração de quatro meses, utilizando apenas Rifampicina (R) e Isoniazida (H). O tratamento totaliza seis meses. É fundamental a adesão completa do paciente ao esquema para o sucesso terapêutico. Para casos específicos, como a meningite tuberculosa, o esquema é adaptado, geralmente com maior duração e, por vezes, diferentes dosagens ou adição de corticosteroides, devido à particularidade da penetração dos fármacos no sistema nervoso central.
O tratamento padrão tem duração total de 6 meses, dividido em uma fase intensiva de 2 meses e uma fase de manutenção de 4 meses.
A fase intensiva é composta por Rifampicina (R), Isoniazida (H), Pirazinamida (Z) e Etambutol (E) – o esquema RIPE.
A meningite tuberculosa requer um tratamento mais prolongado (geralmente 9 a 12 meses) e pode envolver doses mais altas de alguns medicamentos e a adição de corticosteroides, devido à dificuldade de penetração dos fármacos no sistema nervoso central e à gravidade da condição.
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