CMC - Fundação Centro Médico de Campinas (SP) — Prova 2024
Sobre o tratamento da rinite alérgica em pediatria assinale a alternativa incorreta:
Rinite alérgica pediátrica: Corticoides intranasais 1ª linha para moderada/severa; anti-histamínicos orais para sintomas leves.
Corticoides intranasais são a primeira linha para rinite alérgica moderada a severa em pediatria devido à sua eficácia superior na redução da inflamação e congestão nasal. Anti-histamínicos orais e antileucotrienos têm papéis complementares, sendo menos eficazes para obstrução nasal intensa.
A rinite alérgica é uma condição inflamatória crônica das vias aéreas superiores, comum na pediatria, que afeta significativamente a qualidade de vida das crianças. Caracteriza-se por espirros, prurido nasal, rinorreia e congestão nasal, sendo importante o diagnóstico e tratamento adequados para evitar complicações e melhorar o bem-estar. O tratamento da rinite alérgica em pediatria deve ser individualizado, considerando a gravidade dos sintomas e a idade do paciente. Os corticoides intranasais são a terapia mais eficaz para rinite moderada a severa, atuando na redução da inflamação local. Anti-histamínicos orais de segunda geração são úteis para sintomas leves e para controle de prurido e espirros, enquanto os antileucotrienos podem ser uma alternativa, especialmente em pacientes com asma. É crucial entender as indicações e limitações de cada classe de medicamento. A congestão nasal, um sintoma frequente e incômodo, responde melhor aos corticoides intranasais. A combinação de terapias pode ser necessária em casos mais refratários, sempre com acompanhamento médico para monitorar a resposta e os possíveis efeitos adversos.
Os corticoides intranasais são considerados a primeira linha de tratamento para rinite alérgica moderada a severa em pediatria, devido à sua alta eficácia no controle dos sintomas inflamatórios e obstrutivos.
Anti-histamínicos orais são mais indicados para rinite alérgica leve e para o controle de sintomas como prurido, espirros e rinorreia, mas são menos eficazes para a congestão nasal.
Os antileucotrienos, como o montelucaste, apresentam evidência de eficácia similar aos anti-histamínicos orais na rinite alérgica, sendo uma opção para pacientes com asma concomitante ou intolerância a outros tratamentos.
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