Pré-diabetes e GLP-1: Quando Iniciar o Tratamento?

HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2026

Enunciado

Um homem de 52 anos, IMC: 30,2 kg/m2 , histórico familiar de diabetes tipo 2, apresenta glicemia de jejum de 112 mg/dL e HbA1c de 6,0%, configurando pré-diabetes. Ele relata falha em atingir perda ponderal significativa após 6 meses de intervenção com dieta e exercício supervisionados. Considerando a evidência atual e as diretrizes internacionais sobre o uso de análogos do GLP-1 nesse contexto, qual é a conduta mais adequada?

Alternativas

  1. A) Postergar o análogo de GLP-1 até paciente preencher critérios para DM2, pois o seu papel preventivo ainda é controverso no pré-diabetes na ausência de complicações metabólicas adicionais.
  2. B) Considerar o análogo de GLP-1 como adjuvante no pré-diabetes com obesidade após falha de intervenção no estilo de vida, visando a perda de peso e prevenção da progressão do diabetes.
  3. C) Evitar o uso de análogo de GLP-1 em pacientes no pré-diabetes com o objetivo de controle metabólico, pois não há evidência de redução na incidência de diabetes tipo 2 nesse grupo.
  4. D) Indicar GLP-1 apenas em casos de pré-diabetes associados a doença cardiovascular aterosclerótica documentada, pois o seu benefício está restrito à proteção macrovascular.

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