Conduta na Lesão Esplênica: Quando Optar pelo Conservador?

HHJ-ICC - Hospital Haroldo Juaçaba / Instituto do Câncer do Ceará (CE) — Prova 2025

Enunciado

Homem de 50 anos sofreu acidente automobilístico moto x moto. Ao ser avaliado, encontravase consciente, orientado e imobilizado em uma prancha rígida, utilizando colar cervical. Os sinais vitais mostraram frequência cardíaca de 110 bpm e pressão arterial de 90 x 60 mmHg. A ausculta pulmonar não revelou ruídos anormais, mas o abdômen estava distendido e apresentava dor à palpação nos flancos e no hipocôndrio esquerdo, além de um hematoma visível, sem sinais de peritonite. Hemoglobina: 9,8 g/dL. Após a infusão intravenosa de 1000 mL de cristaloides, a frequência cardíaca reduziu para 95 bpm e a pressão arterial aumentou para 110 x 60 mmHg. A tomografia computadorizada do abdômen revelou uma laceração esplênica de 3 cm de profundidade, acompanhada de líquido periesplênico. A conduta mais apropriada neste caso é:

Alternativas

  1. A) Laparotomia exploradora.
  2. B) Videolaparoscopia diagnóstica.
  3. C) Observação da paciente em UTI.
  4. D) Lavado peritoneal diagnóstico.

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