Santa Casa de Araçatuba (SP) — Prova 2021
O tratamento da infecção latente ILTB reduz o risco de adoecimento por TB ativa. O tratamento da ILTB com H reduz em 60% a 90% esse risco. Podemos apenas aceitar o item:
Eficácia do tratamento da ILTB (H) varia 60-90% → depende da duração e adesão.
A eficácia do tratamento da Infecção Latente por Tuberculose (ILTB) com isoniazida (H), que varia de 60% a 90%, é diretamente influenciada pela duração do esquema terapêutico e, crucialmente, pela adesão do paciente ao tratamento completo.
A Infecção Latente por Tuberculose (ILTB) é uma condição na qual o indivíduo está infectado pelo Mycobacterium tuberculosis, mas não apresenta sinais ou sintomas da doença ativa e não é transmissor. Estima-se que cerca de um quarto da população mundial esteja infectada, e aproximadamente 5-10% desses indivíduos desenvolverão TB ativa ao longo da vida, especialmente em condições de imunossupressão. O tratamento da ILTB é uma estratégia fundamental para o controle da tuberculose. O tratamento da ILTB, frequentemente realizado com isoniazida (H), tem como objetivo reduzir o risco de adoecimento por TB ativa em 60% a 90%. Essa variação na eficácia é multifatorial, mas os principais determinantes são a duração adequada do tratamento e a adesão do paciente. Esquemas mais curtos e com melhor perfil de tolerabilidade tendem a ter maior adesão. A interrupção precoce ou a má adesão comprometem significativamente a proteção conferida. A escolha do esquema terapêutico para ILTB depende de fatores como idade, comorbidades, interações medicamentosas e perfil de resistência do contato. A monitorização da adesão e a educação do paciente são essenciais para o sucesso do tratamento e para maximizar a redução do risco de progressão para TB ativa, contribuindo para a erradicação da doença.
O principal objetivo é reduzir o risco de progressão da infecção latente para a doença de tuberculose ativa, prevenindo assim o adoecimento e a transmissão.
A eficácia é significativamente influenciada pela duração do tratamento (geralmente 6 a 9 meses para isoniazida) e, de forma crucial, pela adesão do paciente ao regime completo.
Os esquemas mais comuns incluem isoniazida por 6 ou 9 meses, ou rifampicina por 4 meses. Esquemas mais curtos com isoniazida e rifapentina também são utilizados em populações específicas.
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