Santa Casa de Maceió (AL) — Prova 2020
Apenas algumas características específicas desses esquemas para o tratamento da hepatite Cos diferenciam entre si, tais como os listados abaixo, exceto:
Esquemas de hepatite C diferem em indicações, posologia e preço, mas exames pré-tratamento são essenciais.
Os esquemas de tratamento para hepatite C, especialmente com os antivirais de ação direta (DAAs), evoluíram, mas a necessidade de exames pré-tratamento (genotipagem, avaliação de fibrose, etc.) permanece fundamental para guiar a escolha terapêutica e monitorar a resposta. A alternativa C está incorreta porque a dispensabilidade de exames *não* se altera, ou seja, eles continuam sendo necessários.
O tratamento da hepatite C passou por uma revolução com o advento dos antivirais de ação direta (DAAs), que oferecem altas taxas de cura, menor duração e melhor perfil de segurança em comparação com as terapias anteriores baseadas em interferon. No entanto, mesmo com essa evolução, os diferentes esquemas de DAAs disponíveis no mercado possuem características distintas que influenciam sua escolha e aplicação clínica. Essas diferenças incluem as indicações específicas para determinadas populações de pacientes, como aqueles com cirrose compensada ou descompensada, coinfecção por HIV, ou falha de tratamentos prévios. Além disso, a comodidade posológica varia entre os esquemas, impactando a adesão do paciente ao tratamento, com alguns exigindo uma única dose diária e outros múltiplas doses. O preço praticado pelas indústrias fabricantes é outro fator relevante, especialmente em sistemas de saúde públicos ou com orçamentos limitados, influenciando a disponibilidade e o acesso aos medicamentos. Contudo, um ponto crucial que *não* se altera é a necessidade da realização de exames diagnósticos e de acompanhamento. A dispensabilidade de exames pré-tratamento, como a genotipagem do vírus da hepatite C, a avaliação do grau de fibrose hepática e a carga viral, não é alterada pelos novos esquemas. Esses exames são fundamentais para guiar a escolha do tratamento mais adequado, determinar a duração da terapia e monitorar a resposta e a cura. Para residentes, é essencial compreender que, apesar da eficácia dos DAAs, uma avaliação completa do paciente e o monitoramento contínuo são indispensáveis para o sucesso terapêutico e a prevenção de complicações.
Os principais fatores incluem as indicações específicas para determinadas populações (como pacientes com cirrose ou falha de tratamento prévio), a comodidade posológica (número de comprimidos e frequência diária) e o preço dos medicamentos.
Antes do tratamento, são indispensáveis exames como a genotipagem do HCV, carga viral, avaliação da fibrose hepática (elastografia ou biópsia), hemograma completo, função renal e hepática, e sorologias para HIV e HBV.
Não, os DAAs revolucionaram o tratamento, mas exames de acompanhamento, como a carga viral após o tratamento (RNA-HCV qualitativo) para confirmar a Resposta Viral Sustentada (RVS), ainda são cruciais para monitorar a eficácia e a cura.
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