ENARE/ENAMED — Prova 2025
Um homem de 50 anos em tratamento para hepatite C, com cirrose hepática compensada CHILD PUGH A, tem histórico de falha terapêutica com uso prévio de antivirais de ação direta. O médico assistente do serviço de atenção especializada prescreveu um novo esquema terapêutico, recomendado pelo Ministério da Saúde.O esquema prescrito foi:
Hepatite C com cirrose compensada e falha prévia → Sofosbuvir/Pibrentasvir/Glecaprevir por 12 semanas.
Para pacientes com hepatite C, cirrose compensada e falha a tratamento prévio com DAAs, o esquema de resgate recomendado pelo Ministério da Saúde é a combinação de sofosbuvir, pibrentasvir e glecaprevir por 12 semanas, devido à sua alta eficácia pan-genotípica.
A hepatite C é uma doença infecciosa crônica que pode levar à cirrose, insuficiência hepática e carcinoma hepatocelular. O tratamento revolucionou-se com os antivirais de ação direta (DAA), que oferecem altas taxas de cura. A identificação do genótipo viral e a avaliação do grau de fibrose hepática são cruciais antes de iniciar o tratamento, bem como a presença de cirrose e histórico de tratamentos prévios. Pacientes com cirrose hepática compensada (Child-Pugh A) e histórico de falha terapêutica prévia com DAAs representam um desafio. Nesses casos, as diretrizes do Ministério da Saúde preconizam esquemas de resgate específicos para otimizar as chances de cura. A escolha do esquema deve considerar o perfil de resistência viral, se disponível, e a tolerabilidade do paciente. O esquema de sofosbuvir/pibrentasvir/glecaprevir (Mavyret) por 12 semanas é uma das opções recomendadas para pacientes com falha prévia a DAAs e cirrose compensada, devido à sua eficácia pan-genotípica e perfil de segurança. É fundamental que o residente esteja atualizado com as últimas diretrizes para garantir o manejo adequado desses pacientes complexos.
Para pacientes com falha terapêutica prévia a antivirais de ação direta e cirrose compensada, o esquema recomendado inclui sofosbuvir, pibrentasvir e glecaprevir por 12 semanas.
Esta combinação é um tratamento pan-genotípico, altamente eficaz e bem tolerado, sendo uma opção robusta para casos de resgate, mesmo em pacientes com cirrose compensada.
A falha terapêutica é definida pela ausência de resposta virológica sustentada (RVS), ou seja, RNA do HCV indetectável 12 semanas após o término do tratamento antiviral.
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