HOSP - Hospital de Olhos de São Paulo — Prova 2020
As atuais alternativas terapêuticas para o tratamento da hepatite C, com registro no Brasil e incorporadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), apresentam alta efetividade terapêutica. Podemos concordar que:
Tratamento da Hepatite C no SUS: alta efetividade (RVS) e comparável entre esquemas para situações clínicas semelhantes.
Os tratamentos atuais para Hepatite C, baseados em antivirais de ação direta (DAAs), alcançaram alta efetividade, mensurada pela Resposta Virológica Sustentada (RVS). Em situações clínicas semelhantes (genótipo, grau de fibrose, tratamento prévio), a efetividade dos diferentes esquemas disponíveis no SUS é comparável.
A Hepatite C crônica é uma doença hepática progressiva causada pelo vírus da hepatite C (HCV), que pode levar à cirrose, insuficiência hepática e carcinoma hepatocelular. Nos últimos anos, o tratamento da Hepatite C foi revolucionado pela introdução dos Antivirais de Ação Direta (DAAs), que oferecem taxas de cura (Resposta Virológica Sustentada - RVS) superiores a 95% para a maioria dos pacientes. A fisiopatologia da Hepatite C envolve a replicação viral no fígado, levando a inflamação crônica e fibrose. Os DAAs atuam inibindo proteínas virais específicas essenciais para a replicação do HCV. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou diversos esquemas de DAAs, tornando o tratamento acessível e altamente eficaz. A efetividade terapêutica, medida pela RVS, é o principal desfecho do tratamento. É importante notar que, para situações clínicas semelhantes (considerando genótipo, grau de fibrose, e histórico de tratamento), os diferentes esquemas de DAAs disponíveis apresentam uma efetividade comparável. Residentes devem estar atualizados sobre as diretrizes de tratamento e a importância da RVS para a erradicação da doença.
A RVS é definida como a ausência de RNA do vírus da hepatite C (HCV) no sangue 12 ou 24 semanas após a conclusão do tratamento. É considerada a cura virológica e o principal marcador de sucesso terapêutico.
Os principais avanços são os Antivirais de Ação Direta (DAAs), que revolucionaram o tratamento da Hepatite C, oferecendo altas taxas de cura, menor duração do tratamento e menos efeitos adversos em comparação com as terapias anteriores baseadas em interferon.
Embora os DAAs tenham alta efetividade para a maioria dos genótipos, a escolha do esquema terapêutico pode variar de acordo com o genótipo do HCV, o grau de fibrose hepática e o histórico de tratamento prévio do paciente. No entanto, para situações clínicas semelhantes, a RVS é comparável.
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