Insuficiência Cardíaca: Fármacos que Reduzem Morbimortalidade

UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2018

Enunciado

Paciente de 72 anos, masculino, procedente de Belém, interna por dispneia em repouso, edema de membros inferiores e tosse produtiva com secreção hialina. Antecedente de hipertensão arterial e diabetes mellitus, sem tratamento regular. Ao exame físico, destacava-se a turgescência jugular bilateral, estertores finos de bases, hepatomegalia dolorosa difusa; sopro mesossistólico em foco aórtico 4+ / 6+, com irradiação para o pescoço; FC 102 bpm, FR: 24 irpm; PA 120 x 80 mmHg. Raio-X de Tórax: hipotransparência heterogênea em bases pulmonares, cefalização da circulação; cardiomegalia. ECG: ritmo cardíaco sinusal, sinais de hipertrofia ventricular esquerda e zona inativa de parede inferior. ECO: fração de ejeção 34%, disfunção diastólica grau II, aumento de ventrículo e átrio esquerdos, áreas de acinesia e hipocinesia e disfunção sistólica. De acordo com as diretrizes clínicas para o tratamento da insuficiência cardíaca, as classes medicamentosas que diminuem a morbidade e a mortalidade no quadro acima descrito são:

Alternativas

  1. A) Inibidores da enzima conversora; diuréticos de alça e betabloqueador cardiosseletivo.
  2. B) Bloqueadores dos receptores de angiotensina; antagonista da aldosterona e digitálicos.
  3. C) Inibidores da enzima conversora, betabloqueador cardiosseletivo e antagonista da aldosterona.
  4. D) Bloqueadores dos receptores de angiotensina, inibidores da enzima conversora e betabloqueador cardiosseletivo. 
  5. E) Inibidores da enzima conversora, nitrato, vasodilatadores diretos e antagonista da aldosterona

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