HPP - Hospital Infantil Pequeno Príncipe (PR) — Prova 2024
Assinale a alternativa CORRETA sobre o tratamento da Embolia Pulmonar.
Embolia Pulmonar de baixo risco (PESI) → tratamento domiciliar com Rivaroxabana (15mg 12/12h por 21d, depois 20mg/dia).
Pacientes com embolia pulmonar de baixo risco (avaliados pelo escore PESI ou sPESI) podem ser tratados em regime ambulatorial com anticoagulantes orais diretos (DOACs), como a rivaroxabana, que oferece um esquema de dose simplificado sem necessidade de terapia parenteral inicial.
O tratamento da embolia pulmonar (EP) evoluiu significativamente com a introdução dos anticoagulantes orais diretos (DOACs). A estratificação de risco é fundamental para guiar a conduta, sendo o escore PESI (Pulmonary Embolism Severity Index) ou sPESI (simplified PESI) ferramentas importantes para identificar pacientes de baixo risco que podem ser tratados ambulatorialmente. Para pacientes de baixo risco, o tratamento domiciliar com DOACs é uma opção segura e eficaz. A rivaroxabana é um dos DOACs aprovados para o tratamento da EP, com um esquema de dose que permite o início imediato sem a necessidade de terapia parenteral inicial. A posologia é de 15 mg a cada 12 horas por 21 dias, seguida de 20 mg uma vez ao dia para a fase de manutenção, que dura de 3 a 6 meses ou mais, dependendo do risco de recorrência. É crucial diferenciar o manejo de pacientes de baixo risco dos de risco intermediário ou alto. Pacientes com instabilidade hemodinâmica (alto risco) necessitam de internação hospitalar, terapia trombolítica ou embolectomia, além de anticoagulação parenteral (heparina não fracionada ou de baixo peso molecular). A escolha do anticoagulante e o local de tratamento devem ser individualizados com base na estratificação de risco e nas comorbidades do paciente.
Pacientes com embolia pulmonar de baixo risco, conforme estratificação pelo escore PESI (Pulmonary Embolism Severity Index) ou sPESI (simplified PESI), sem instabilidade hemodinâmica ou comorbidades graves.
A rivaroxabana é iniciada com 15 mg duas vezes ao dia por 21 dias, seguida de 20 mg uma vez ao dia para a fase de manutenção, geralmente por 3 a 6 meses.
DOACs são geralmente contraindicados em pacientes com instabilidade hemodinâmica, embolia pulmonar maciça, insuficiência renal grave, doença hepática significativa ou síndrome antifosfolípide.
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