Doença de Graves Refratária: Quando Indicar Radioiodo?

IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2020

Enunciado

Mulher de 37 anos de idade é acompanhada por doença de Graves, em uso de metimazol, na dose de 80 mg/dia, há 6 meses. Persiste com insônia, palpitações, tremores de extremidades e mal-estar. Exames realizados há 5 dias: TSH (hormônio estimulante da tireoide): menor que 0,1 µUI/mL (normal: 0,5 a 5) e T4 livre: 3,2 ng/dL (normal: 0,7 a 1,8); alanina aminotransferase (TPG): 560 U/L, aspartato aminotransferase (TGO): 382 U/L; hemograma e função renal: normais. Teste de gravidez: negativo. Considerando os dados descritos, nesse momento, a melhor conduta é

Alternativas

  1. A) dobrar a dose do metimazol.
  2. B) manter o metimazol e associar o propranolol.
  3. C) indicar a tireoidectomia cirúrgica.
  4. D) indicar o tratamento com radioiodo.
  5. E) trocar o metimazol pelo propiltiouracil.

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