DM2 e Doença Aterosclerótica: Terapia com Estatinas
UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2018
Enunciado
Mulher, 72 anos, há 20 anos com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2 (DM2), hipertensa, dislipidêmica, obesidade grau 2. Retinopatia diabética proliferativa bilateral, neuropatia periférica e ECG com zona inativa anterosseptal. Exames laboratoriais: hemoglobina glicada 9,5%, LDL colesterol 123 mg/dL, creatinina 1,2 mg/dL. Uso irregular de metformina. Sobre o caso clínico, é correto afirmar que:
Alternativas
A) a insulinoterapia não deve ser considerada para esta paciente visto que a hemoglobina glicada é menor que 10% e aumentaria o risco de hipoglicemia e ganho de peso.
B) como o valor de creatinina está adequado para o sexo feminino, é possível otimizar a dose de metformina na sua dose máxima diária.
C) por se tratar de um paciente com DM2 e doença aterosclerótica já definida, a indicação de tratamento intensivo com estatinas está estabelecido independentemente do valor do LDL colesterol.
D) a meta ideal de hemoglobina glicada para esta paciente é inferior a 5,7%.
E) a presença de complicações crônicas microvasculares e tempo de doença não modificam a meta glicêmica dos pacientes de alto risco cardiovascular, necessitando controle glicêmico intensivo.
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