Visão Laser - Centro Oftalmológico (SP) — Prova 2020
Como é realizado o tratamento antiviral da varicela?
Varicela grave ou em imunocomprometidos → Aciclovir parenteral 10 mg/kg/dose 8/8h.
O tratamento antiviral da varicela com aciclovir é indicado para casos graves, pacientes imunocomprometidos, adolescentes e adultos, ou aqueles com risco de complicações. A via parenteral é reservada para situações mais graves ou com comprometimento sistêmico.
A varicela, causada pelo vírus Varicela-Zoster (VVZ), é uma doença exantemática comum na infância, altamente contagiosa. Embora geralmente benigna e autolimitada em crianças saudáveis, pode apresentar complicações graves em grupos de risco, como imunocomprometidos, adolescentes, adultos e gestantes. A compreensão das indicações de tratamento antiviral é crucial para a prática clínica. A fisiopatologia da varicela envolve a replicação viral na pele e mucosas, levando ao exantema característico. O diagnóstico é predominantemente clínico. A suspeita de complicações ou a presença de fatores de risco exige uma avaliação cuidadosa para determinar a necessidade de intervenção. O tratamento antiviral visa reduzir a replicação viral, diminuindo a gravidade e a duração da doença, além de prevenir complicações. O aciclovir é o antiviral de escolha para a varicela. Em casos graves ou em pacientes imunocomprometidos, a via parenteral (intravenosa) é preferível devido à sua maior biodisponibilidade e rapidez de ação. A dose de 10 mg/kg/dose a cada 8 horas é padrão. É importante iniciar o tratamento o mais precocemente possível, idealmente nas primeiras 24-48 horas do início do exantema, para otimizar a eficácia. A vacinação é a principal medida preventiva.
O tratamento antiviral da varicela é indicado para adolescentes (>12 anos), adultos, pacientes imunocomprometidos, gestantes, recém-nascidos e indivíduos com doença grave ou complicações.
A dose recomendada de aciclovir parenteral para varicela é de 10 mg/kg/dose a cada 8 horas, administrada por via intravenosa.
As complicações da varicela incluem infecções bacterianas secundárias da pele, pneumonia (viral ou bacteriana), encefalite, ataxia cerebelar aguda e síndrome de Reye (associada ao uso de aspirina).
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