HASP - Hospital Adventista de São Paulo — Prova 2022
L.J.F., 20 anos, é trazida para avaliação ambulatorial pelos pais. Relatam que a filha é, desde sua infância, uma pessoa de poucos amigos e interesses. Tais comportamentos se intensificaram na adolescência e, atualmente, L. passa a maior parte do tempo em seu quarto, lendo ou usando o computador. Não manteve contato com os amigos de infância e não tem interesse em fazer novos amigos. Nunca teve um relacionamento íntimo e parece não ter interesse sexual. Os pais de L. estão bastante preocupados já há muito tempo, mas não buscaram auxílio profissional porque a filha constantemente recusava ida ao psiquiatra. Ao contato, L. não se mostra incomodada com a situação, demonstrando frieza emocional e distanciamento afetivo. Qual a principal hipótese diagnóstica para o caso?
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