FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2024
O Ministério da Saúde recomenda que, formalmente, toda criança seja submetida a uma triagem para o transtorno do espectro autista (TEA), por meio da aplicação da escala M‑CHAT‑R na consulta de
Triagem TEA (M-CHAT-R) = recomendada na consulta de 18 meses.
O Ministério da Saúde recomenda a aplicação da escala M-CHAT-R para triagem de TEA na consulta de puericultura de 18 meses, visando a detecção precoce de sinais de risco e a intervenção terapêutica oportuna.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por déficits na comunicação social e padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. A prevalência do TEA tem aumentado, e a detecção precoce é fundamental para garantir intervenções que melhorem significativamente o prognóstico e a qualidade de vida das crianças e suas famílias. Para facilitar a detecção precoce, o Ministério da Saúde, alinhado com diretrizes internacionais, recomenda a triagem formal para TEA em consultas de puericultura. A escala M-CHAT-R (Modified Checklist for Autism in Toddlers, Revised) é a ferramenta validada e indicada para essa finalidade, devendo ser aplicada na consulta de 18 meses de vida da criança. A aplicação da M-CHAT-R permite identificar crianças com risco aumentado para TEA, que então devem ser encaminhadas para avaliação diagnóstica aprofundada por uma equipe multidisciplinar. A intervenção precoce, baseada em terapias comportamentais e de desenvolvimento, é crucial para estimular o desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e adaptativas, sendo um ponto chave na formação do residente de Pediatria.
A M-CHAT-R (Modified Checklist for Autism in Toddlers, Revised) é uma ferramenta de triagem para o Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças pequenas. O Ministério da Saúde recomenda sua aplicação na consulta de puericultura de 18 meses de vida.
A detecção precoce do TEA permite o início de intervenções terapêuticas o mais cedo possível, o que comprovadamente melhora o prognóstico e o desenvolvimento da criança, minimizando os impactos do transtorno e otimizando suas habilidades.
Sinais de alerta incluem ausência de contato visual, falta de resposta ao nome, atraso na fala, ausência de gestos sociais (apontar, acenar), interesses restritos e comportamentos repetitivos, além de dificuldades na interação social e reciprocidade.
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