Santa Casa de Alfenas - Casa de Caridade (MG) — Prova 2024
Em relação a TEA (Transtorno do Espectro Autista) na infância, assinale a alternativa INCORRETA:
TEA é 3-4x mais frequente em meninos que em meninas.
A alternativa incorreta é que o TEA é mais frequente em meninas. Na realidade, o Transtorno do Espectro Autista é significativamente mais prevalente em meninos, com uma proporção de aproximadamente 3 a 4 meninos para cada menina diagnosticada. As outras afirmações sobre a escala M-CHAT, o impacto na comunicação/interação social/comportamento e o aumento da prevalência estão corretas.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por déficits persistentes na comunicação social e interação social, além de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Sua prevalência tem aumentado significativamente nas últimas décadas, tornando-o uma condição de grande relevância na saúde pública e na prática pediátrica. O diagnóstico precoce é fundamental para intervenções que melhorem o prognóstico. Uma das características epidemiológicas importantes do TEA é a sua prevalência por gênero. Contrariando a afirmação da questão, o TEA é significativamente mais frequente em meninos do que em meninas, com uma proporção que geralmente varia de 3:1 a 4:1. Embora as meninas possam apresentar manifestações mais sutis ou "mascarar" os sintomas, o diagnóstico em meninos é consistentemente mais comum. Ferramentas como a escala M-CHAT são cruciais para o rastreio precoce, permitindo identificar crianças em risco e encaminhá-las para avaliação especializada. O impacto do TEA na infância é global, afetando a capacidade da criança de se comunicar, interagir socialmente e desenvolver comportamentos flexíveis. A compreensão desses aspectos, incluindo a epidemiologia, os critérios diagnósticos e as ferramentas de rastreio, é essencial para residentes e profissionais de saúde. O manejo do TEA é multidisciplinar e visa desenvolver as habilidades da criança, promover a inclusão e apoiar a família.
O TEA é diagnosticado em meninos com uma frequência significativamente maior do que em meninas, com uma proporção que varia de 3:1 a 4:1, dependendo dos estudos.
A escala M-CHAT (Modified Checklist for Autism in Toddlers) é um instrumento de rastreio para identificar crianças com risco de TEA entre 16 e 30 meses de idade, permitindo encaminhamento precoce para avaliação diagnóstica.
O TEA afeta principalmente dois domínios: déficits persistentes na comunicação social e interação social, e padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades.
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