SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2024
Na TGA, a circulação pulmonar e a circulação sistêmica estão em paralelo. O sangue venoso sistêmico que chega ao átrio direito passa para o ventrículo direito e dele para a aorta, levando sangue insaturado para a circulação sistêmica. Paralelamente, no lado esquerdo, o sangue oxigenado que chega ao átrio esquerdo passa para o ventrículo esquerdo e retorna para a circulação pulmonar. I - Essa situação é incompatível com a vida, a menos que exista uma comunicação entre os dois circuitos (FO, CIV ou canal arterial) capaz de promover uma mistura adequada entre o sangue saturado e o não saturado. II- Com o fechamento fisiológico do canal arterial e do FO na TGA simples, inicia-se um processo de hipóxia progressiva, em função da mistura insuficiente, que pode culminar com o óbito do paciente. III- Quando houver EP associada com a CIV, o quadro fisiopatológico é de hipofluxo pulmonar, com a clínica assemelhando-se à tetralogia de Fallot. IV- Na TGA simples, o fluxo pulmonar é normal ou discretamente diminuído, e a clínica predominante é a cianose. V- Na TGA com CIV, o fluxo pulmonar está aumentado e a clínica é de IC com cianose leve.
TGA: circulação paralela → comunicações essenciais (FO, CIV, PCA) para mistura sanguínea e sobrevida.
Na TGA, as circulações sistêmica e pulmonar são paralelas, necessitando de shunts para mistura sanguínea e oxigenação. O fechamento dessas comunicações leva à hipóxia grave e óbito.
A Transposição das Grandes Artérias (TGA) é a cardiopatia congênita cianótica mais comum no período neonatal, caracterizada pela inversão da origem dos grandes vasos: a aorta emerge do ventrículo direito e a artéria pulmonar do ventrículo esquerdo. Isso cria duas circulações paralelas, incompatíveis com a vida sem shunts que permitam a mistura sanguínea. A importância clínica reside na necessidade de diagnóstico precoce e intervenção para garantir a sobrevida. Fisiopatologicamente, o sangue venoso sistêmico retorna ao átrio direito, passa para o ventrículo direito e é ejetado para a aorta, retornando à circulação sistêmica. Paralelamente, o sangue oxigenado dos pulmões retorna ao átrio esquerdo, vai para o ventrículo esquerdo e é ejetado para a artéria pulmonar, retornando aos pulmões. A mistura de sangue é crucial e ocorre através de comunicações como Forame Oval (FO), Comunicação Interventricular (CIV) ou Persistência do Canal Arterial (PCA). O tratamento definitivo é cirúrgico (switch arterial), mas o manejo inicial envolve manter a permeabilidade do canal arterial com prostaglandinas e, se necessário, realizar atriosseptostomia por balão. O prognóstico depende da presença e tamanho das comunicações, da associação com outras anomalias e da rapidez da intervenção.
Na Transposição das Grandes Artérias, a sobrevida depende de comunicações como Forame Oval (FO), Comunicação Interventricular (CIV) ou Persistência do Canal Arterial (PCA) para permitir a mistura de sangue oxigenado e não oxigenado.
Na TGA simples, o fluxo pulmonar é normal ou discretamente diminuído e a cianose é a clínica predominante. Na TGA com CIV, o fluxo pulmonar está aumentado, levando a quadro de insuficiência cardíaca com cianose leve.
O fechamento fisiológico do canal arterial e do forame oval na TGA simples resulta em hipóxia progressiva e grave, pois a mistura sanguínea se torna insuficiente, podendo levar ao óbito do paciente.
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