UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2015
No que diz respeito ao preparo do recém-nascido para o transporte, assinale a alternativa CORRETA:
Transporte neonatal seguro → 1º passo é solicitar vaga no destino e estabilizar o RN antes da transferência.
A estabilização do recém-nascido antes do transporte é crucial, mas a logística de solicitação de vaga no hospital de destino é o passo inicial para garantir que o RN tenha um local adequado para ser recebido e tratado. A responsabilidade legal é do médico que envia.
O transporte neonatal é um procedimento complexo e de alto risco, essencial para garantir que recém-nascidos que necessitam de cuidados especializados sejam transferidos para unidades adequadas. A mortalidade e morbidade estão diretamente relacionadas à qualidade do transporte, que exige planejamento e execução meticulosos. A fisiopatologia do recém-nascido gravemente enfermo exige estabilização cuidadosa antes da movimentação, incluindo controle térmico, suporte ventilatório e hemodinâmico. No entanto, o processo logístico começa com a solicitação e confirmação da vaga no hospital de destino para evitar transferências desnecessárias ou sem leito, otimizando o fluxo de atendimento. A conduta correta envolve a estabilização pré-transporte, a comunicação efetiva entre as equipes de origem e destino, e a obtenção da autorização dos pais, salvo em situações de risco iminente de vida. O transporte deve ser realizado por equipe treinada, preferencialmente médica, garantindo monitorização contínua e suporte avançado durante todo o trajeto.
O primeiro passo é solicitar e confirmar a vaga no hospital de destino, garantindo que o recém-nascido terá um local adequado para ser recebido e tratado antes de iniciar a estabilização e o transporte.
A responsabilidade legal pela transferência do recém-nascido é do médico da unidade de origem, que deve garantir a estabilização e a segurança do paciente até a chegada ao destino.
Sim, em qualquer circunstância, é obrigatória a autorização dos pais ou responsáveis para o transporte do recém-nascido, exceto em situações de risco iminente de vida onde o atraso pode ser fatal.
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