SES-PB - Secretaria de Estado de Saúde da Paraíba — Prova 2021
Sobre o transporte intra-hospitalar do recém-nascido, marque (V) para VERDADEIRO ou (F) para FALSO:( ) Com o advento de exames cada vez mais sofisticados que se realizam fora da UTI, o número de neonatos graves transportados dentro do hospital é cada vez menor.( ) Não há alteração significativa no neonato, durante o transporte intra-hospitalar.( ) O sistema portátil de transporte deve promover condições mínimas de estabilidade cardiorrespiratória e neurológica.( ) O RN deve ser transportado em incubadora de transporte transparente com dupla parede, energia e fonte de luz própria e previamente aquecida.Assinale a sequência CORRETA:
Transporte neonatal intra-hospitalar: risco de desestabilização, exige incubadora aquecida e suporte vital.
O transporte intra-hospitalar de recém-nascidos, especialmente os graves, é um procedimento de alto risco que exige equipamentos adequados e equipe treinada para manter a estabilidade fisiológica e minimizar intercorrências. A incubadora de transporte deve ser completa e previamente aquecida.
O transporte intra-hospitalar de recém-nascidos, especialmente os prematuros ou gravemente enfermos, é um procedimento de alta complexidade e risco. Diferente do que se pode pensar, o aumento de exames diagnósticos sofisticados fora da UTI Neonatal pode, na verdade, elevar a necessidade de deslocamento desses pacientes, tornando a segurança do transporte um pilar fundamental na assistência neonatal. A estabilidade do neonato pode ser facilmente comprometida durante o trajeto, exigindo uma abordagem meticulosa. Para garantir a segurança e minimizar intercorrências, o sistema de transporte portátil deve ser robusto e completo. Isso inclui uma incubadora de transporte com características específicas como dupla parede para isolamento térmico, fonte de energia e luz própria, e capacidade de ser previamente aquecida. Além disso, o sistema deve ser capaz de promover e manter a estabilidade cardiorrespiratória e neurológica do recém-nascido, com monitores e equipamentos de suporte vital prontamente disponíveis. A equipe responsável pelo transporte deve ser treinada e experiente, capaz de identificar e intervir rapidamente em qualquer sinal de desestabilização. A preparação prévia do paciente, do equipamento e da rota de transporte é crucial para o sucesso do procedimento, visando sempre a manutenção da homeostase e a prevenção de complicações que possam impactar negativamente o prognóstico do neonato.
Os principais riscos incluem hipotermia, hipóxia, hipoglicemia, desestabilização hemodinâmica e complicações relacionadas a equipamentos, exigindo monitorização contínua e intervenção rápida.
É essencial uma incubadora de transporte com dupla parede, aquecimento, fonte de energia e luz própria, além de monitores cardíacos, respiratórios e de saturação, e equipamentos para suporte ventilatório e acesso vascular.
A preparação prévia minimiza o tempo de exposição a riscos, garante que todos os equipamentos estejam funcionando e que a equipe esteja ciente das condições do paciente e do plano de transporte, otimizando a segurança.
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