HM São José - Hospital Municipal de São José (SC) — Prova 2018
Segundo a RESOLUÇÃO CFM nº 1.672/2003 que dispõe sobre o transporte Inter hospitalar de pacientes:
Transporte inter-hospitalar de pacientes graves → equipe mínima: médico, enfermeiro, motorista em ambulância de suporte avançado (USA).
A Resolução CFM nº 1.672/2003 estabelece diretrizes claras para o transporte inter-hospitalar, sendo fundamental que pacientes graves ou de risco sejam acompanhados por uma equipe completa e em ambulância adequada para garantir a segurança e a continuidade do cuidado.
O transporte inter-hospitalar de pacientes é um procedimento complexo que exige planejamento e recursos adequados para garantir a segurança e a estabilidade clínica do paciente. A Resolução CFM nº 1.672/2003 é o principal marco regulatório no Brasil, estabelecendo as condições mínimas para a realização dessas remoções, visando a proteção do paciente e a responsabilidade dos profissionais envolvidos. Para pacientes graves ou de risco, a resolução é categórica ao exigir uma ambulância de suporte avançado (tipo D ou UTI móvel), equipada com recursos para monitorização e intervenções complexas. A equipe mínima para esses casos deve ser composta por um médico, um profissional de enfermagem (enfermeiro ou técnico de enfermagem, dependendo da complexidade) e um motorista, todos capacitados para a função. É fundamental que o hospital de origem e o de destino estabeleçam comunicação prévia e que o paciente seja removido com um relatório médico completo. O cumprimento dessas normas é essencial para evitar intercorrências e garantir a legalidade do ato médico, sendo um conhecimento indispensável para residentes e profissionais da área de emergência e terapia intensiva.
Esta resolução normatiza o transporte inter-hospitalar, garantindo a segurança e a qualidade da assistência ao paciente durante a remoção, definindo responsabilidades e recursos mínimos para cada tipo de transporte.
É exigida para pacientes graves ou de risco, que necessitam de monitorização contínua, intervenções médicas e equipamentos de suporte à vida durante o transporte, como ventilação mecânica ou drogas vasoativas.
O médico é responsável pela avaliação do paciente, indicação do transporte, estabilização, acompanhamento durante a remoção e entrega do paciente à equipe receptora, garantindo a continuidade do cuidado e preenchendo o relatório completo.
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