Técnicas de Transplante Hepático: Piggyback e Fase Anepática

SUS-BA - Sistema Único de Saúde da Bahia — Prova 2025

Enunciado

Paciente, sexo masculino, 60 anos de idade, portador de cirrose hepática por hepatite crônica viral C, está em preparo para transplante hepático. O paciente não apresenta outras comorbidades.\n\nEm relação às técnicas cirúrgicas do transplante hepático, é correto o que se afirma em:

Alternativas

  1. A) Nos doadores vivos de lobo direito, o risco de insuficiência hepática, no longo prazo, é muito raro.
  2. B) A fase anepática pela técnica convencional não implica em maiores riscos cardiovasculares.
  3. C) A técnica de piggyback é frequentemente utilizada no transplante hepático com doador vivo.
  4. D) A fase anepática termina com a perfusão do enxerto, primeiramente pelo influxo através da artéria hepática. Situação-Problema: Questões de 22 a 24. Homem, 25 anos de idade, é trazido pelo SAMU ao Pronto-Socorro, vítima de atropelamento há uma hora. O paciente dá entrada referindo dor abdominal difusa e alguns episódios de vômitos. No exame inicial, A: Via aérea pérvia, SatO2: 97% com cateter de O2: 15 L/min; B: murmúrios vesiculares bem distribuídos e sem ruídos adventícios, FR: 20 ipm; C: Bulhas rítmicas e normofonéticas, FC: 92 bpm, PA: 118x68 mmHg, dor abdominal difusa, com descompressão brusca positiva, pelve estável e toque retal sem alterações; D: escala de coma de Glasgow: 15, pupilas isocóricas e fotorreagentes; E: presença de escoriações em tronco e extremidades. O paciente foi submetido à laparotomia exploradora.

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