HNMD - Hospital Naval Marcílio Dias (RJ) — Prova 2023
São contraindicações absolutas ao transplante hepático, EXCETO:
Transplante hepático: Infecções não controladas, neoplasia metastática e abuso ativo de substâncias são contraindicações absolutas.
As contraindicações absolutas ao transplante hepático visam garantir o sucesso do procedimento e a sobrevida do paciente, excluindo condições que tornariam o transplante fútil ou de alto risco. Doença cardiovascular avançada é geralmente uma contraindicação relativa, exigindo avaliação rigorosa, mas não absoluta em todos os casos.
O transplante hepático é o tratamento definitivo para diversas doenças hepáticas em estágio terminal. A seleção rigorosa dos pacientes é fundamental para o sucesso do procedimento e a otimização dos recursos. As contraindicações são classificadas em absolutas e relativas, sendo as absolutas aquelas condições que tornam o transplante inviável ou com prognóstico inaceitável. Entre as contraindicações absolutas clássicas estão as infecções bacterianas ou fúngicas extra-hepáticas não controladas, que aumentam drasticamente o risco de sepse pós-operatória; a neoplasia maligna metastática, que indica doença sistêmica e alta probabilidade de recorrência; e o abuso ativo de drogas ou álcool, que compromete a adesão ao tratamento pós-transplante e a sobriedade. A idade avançada (>70 anos) é frequentemente considerada uma contraindicação relativa, pois o risco cirúrgico e a presença de comorbidades aumentam, mas não é um limite absoluto se o paciente tiver bom estado funcional. Para residentes, é vital conhecer essas contraindicações para a correta triagem de pacientes e para a discussão multidisciplinar. A doença cardiovascular preexistente em fase avançada, embora grave, é geralmente uma contraindicação relativa, pois uma avaliação cardiológica aprofundada pode, em alguns casos, permitir o transplante com manejo adequado dos riscos.
As principais contraindicações absolutas incluem infecções bacterianas ou fúngicas extra-hepáticas não controladas, neoplasia maligna metastática e abuso ativo de drogas ou álcool.
A idade avançada, embora seja um fator de risco, não é uma contraindicação absoluta por si só. A decisão depende da avaliação individual do estado funcional, comorbidades e expectativa de vida do paciente.
Doença cardiovascular preexistente em fase avançada é geralmente uma contraindicação relativa, exigindo avaliação cardiológica rigorosa. Pode se tornar absoluta se o risco cirúrgico for proibitivo, mas não é intrinsecamente absoluta.
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