IPSEMG - Instituto de Previdência dos Servidores de Minas Gerais — Prova 2021
A expansão da pandemia de AIDS exige que todos os profissionais e serviços de saúde estejam preparados para diagnosticar e tratar a doença. Sobre essa temática, assinale a alternativa INCORRETA:
Existe protocolo eficaz para prevenção da transmissão vertical do HIV, incluindo TARV na gestação, parto e neonato, e NÃO amamentação.
A alternativa C está incorreta porque existem protocolos bem estabelecidos e eficazes para a prevenção da transmissão vertical do HIV, que incluem o uso de terapia antirretroviral (TARV) durante a gestação, no parto e para o neonato. O tratamento da criança é iniciado profilaticamente e ajustado após a confirmação ou exclusão da infecção.
A infecção pelo HIV/AIDS representa um desafio significativo para a saúde pública, e a prevenção da transmissão vertical (TV) é uma das maiores conquistas na área. A TV ocorre quando o vírus é transmitido da mãe para o filho durante a gestação, parto ou amamentação. Felizmente, existem protocolos robustos e eficazes para prevenir a TV. Estes incluem o diagnóstico precoce do HIV na gestante, o início imediato da terapia antirretroviral (TARV) durante a gravidez, a escolha da via de parto (cesariana eletiva em casos específicos) e a quimioprofilaxia antirretroviral para o recém-nascido. Além disso, a amamentação é formalmente contraindicada para mães HIV positivas, sendo recomendada a substituição do leite materno. O diagnóstico da infecção por HIV em crianças expostas é complexo, pois a presença de anticorpos maternos pode tornar a sorologia positiva por até 18 meses, sem que a criança esteja infectada. Nesses casos, são utilizados testes virológicos diretos (como PCR para DNA ou RNA do HIV) para confirmar ou excluir a infecção. É crucial que os profissionais de saúde estejam atualizados sobre esses protocolos para garantir a saúde da mãe e do bebê.
As principais medidas incluem o uso de terapia antirretroviral (TARV) pela gestante durante a gravidez, no parto, e a quimioprofilaxia para o recém-nascido, além da não amamentação.
A amamentação é contraindicada para mães HIV positivas devido ao risco de transmissão do vírus através do leite materno, mesmo com carga viral indetectável.
A sorologia para HIV em crianças expostas pode ser positiva devido à passagem de anticorpos maternos por até 18 meses de idade, exigindo métodos diagnósticos diretos para confirmar a infecção no lactente.
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