HFASP - Hospital de Força Aérea de São Paulo — Prova 2020
O aconselhamento consiste no diálogo baseado na relação de confiança que proporciona ao paciente condições para que avalie seus próprios riscos, tome decisões e encontre maneiras realistas de enfrentar os problemas relacionados às DST HIV/AIDS. No aconselhamento, após resultado positivo do teste anti-HIV em gestante, na 12ª semana de gestação, o médico deve orientá-la que:
Transmissão vertical HIV ocorre na gestação, parto e amamentação; TARV e condutas obstétricas reduzem o risco.
A transmissão vertical do HIV pode ocorrer em qualquer fase da gestação, durante o trabalho de parto e parto, e também através da amamentação. O aconselhamento deve enfatizar a importância da terapia antirretroviral (TARV) precoce e da escolha da via de parto adequada para minimizar esses riscos.
A infecção pelo HIV em gestantes é um desafio de saúde pública, com foco primordial na prevenção da transmissão vertical (TV) para o recém-nascido. O aconselhamento adequado é uma ferramenta essencial para empoderar a gestante com informações sobre a doença e as estratégias para minimizar os riscos para o bebê. A transmissão vertical do HIV é um processo complexo que pode ocorrer em diferentes momentos: durante a gestação (via transplacentária), no trabalho de parto e parto (contato com sangue e secreções cervicovaginais maternas) e no pós-parto (através da amamentação). A compreensão desses períodos é crucial para a implementação de medidas preventivas eficazes. As estratégias de prevenção incluem o início precoce da terapia antirretroviral (TARV) na gestante, a escolha da via de parto (cesariana eletiva em casos de alta carga viral ou ausência de controle), a quimioprofilaxia antirretroviral para o recém-nascido e a contraindicação absoluta da amamentação, substituindo-a por fórmula infantil. O acompanhamento multidisciplinar é fundamental para o sucesso dessas intervenções.
A transmissão vertical do HIV pode ocorrer durante a gestação (transplacentária), no trabalho de parto e parto (contato com sangue e secreções vaginais) e no pós-parto através da amamentação.
A TARV é fundamental para reduzir a carga viral materna, diminuindo drasticamente o risco de transmissão vertical do HIV para o bebê, além de proteger a saúde da mãe. Deve ser iniciada o mais cedo possível.
O leite materno contém o vírus HIV e a amamentação representa uma via de transmissão vertical. Por isso, é contraindicada, e o recém-nascido deve receber fórmula infantil.
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