PMC - Prefeitura Municipal de Curitiba / SMS (PR) — Prova 2019
De acordo com dados do Ministério da Saúde, até o mês de agosto de 2018, o país enfrentava dois surtos de sarampo, em Roraima e Amazonas. Segundo informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde, até o dia 06 de agosto, foram confirmados 788 casos de sarampo no Amazonas, 5.058 permanecem em investigação. Já o estado de Roraima confirmou 281 casos da doença e 111 continuam em investigação. Com relação ao sarampo e a sua vacina, assinale a alternativa CORRETA:
Sarampo: transmissão direta por gotículas respiratórias → alta contagiosidade.
O sarampo é uma doença de alta transmissibilidade devido à sua propagação por gotículas respiratórias, o que justifica a necessidade de altas coberturas vacinais para controle de surtos e erradicação. A vacina tríplice viral é a principal ferramenta de prevenção.
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, altamente contagiosa, causada por um vírus RNA da família Paramyxoviridae. Sua epidemiologia é marcada por surtos em populações com baixa cobertura vacinal, como observado no Brasil em 2018. A doença é uma das principais causas de mortalidade infantil evitável por vacinação globalmente. A transmissão do sarampo ocorre por via respiratória, através de gotículas e aerossóis, tornando-o um dos vírus mais contagiosos conhecidos. O período de incubação é de 7 a 21 dias, e o paciente é contagioso desde 4 dias antes até 4 dias após o início do exantema. O diagnóstico é clínico-epidemiológico, com confirmação laboratorial por sorologia (IgM) ou RT-PCR. A prevenção é feita pela vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), que faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A primeira dose é aos 12 meses e a segunda (ou tetraviral) aos 15 meses. Em situações de surto, doses extras podem ser recomendadas para crianças a partir de 6 meses. O tratamento é de suporte, visando aliviar os sintomas e prevenir complicações como pneumonia, otite média e encefalite.
A transmissão do sarampo ocorre diretamente de pessoa para pessoa, principalmente por meio de gotículas respiratórias liberadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar, o que confere à doença uma alta capacidade de contágio.
A primeira dose da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) é recomendada aos 12 meses de idade, com a segunda dose aos 15 meses (ou tetraviral).
Uma alta cobertura vacinal, idealmente acima de 95%, é crucial para estabelecer a imunidade de rebanho, prevenindo a circulação do vírus e controlando surtos de sarampo na população.
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