AMS - Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana (PR) — Prova 2021
O vírus do sarampo circula novamente no Brasil desde fevereiro de 2018. Até março de 2020, o País registrou 29.233 casos confirmados, com 30 óbitos pela doença. Em relação ao sarampo é correto afirmar que:
Sarampo: transmissão direta por gotículas e aerossóis; alta contagiosidade, 4 dias antes a 4 dias após exantema.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida principalmente por gotículas respiratórias e aerossóis. A compreensão de sua forma de transmissão é crucial para o controle de surtos e a implementação de medidas de isolamento adequadas, especialmente em ambientes fechados.
O sarampo é uma doença infecciosa aguda, altamente contagiosa, causada pelo vírus do sarampo (Morbillivirus). Sua reemergência no Brasil desde 2018 ressalta a importância da vacinação e do conhecimento sobre sua epidemiologia para controle de surtos, sendo uma preocupação de saúde pública global. A transmissão ocorre por contato direto com secreções nasofaríngeas ou por aerossóis, que podem permanecer viáveis no ar por até duas horas. O período de incubação varia de 7 a 21 dias, e o quadro clínico clássico inclui febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas de Koplik (patognomônicas), seguidas pelo exantema maculopapular cefalocaudal. As complicações são frequentes e podem ser graves, como pneumonia e encefalite. O tratamento é de suporte, e a prevenção é feita pela vacinação (tríplice viral). O isolamento de casos suspeitos é fundamental para evitar a disseminação da doença, especialmente em ambientes fechados como escolas e hospitais.
O sarampo é transmitido principalmente por gotículas respiratórias expelidas ao tossir, espirrar ou falar, e também por aerossóis que podem permanecer suspensos no ar em ambientes fechados por até duas horas.
A transmissibilidade do sarampo inicia-se 4 dias antes do aparecimento do exantema e dura até 4 dias após seu surgimento, tornando o paciente contagioso antes mesmo dos sintomas clássicos.
As complicações mais comuns incluem otite média, pneumonia, laringite, diarreia e, menos frequentemente, encefalite e panencefalite esclerosante subaguda, que é uma complicação tardia e fatal.
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