Translucência Nucal Alterada: Conduta e Aconselhamento
SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2026
Enunciado
A,L,H. 37 anos, G3P2A1C1, IG de 11 semanas e 1 dia, realiza exame ultrassonográfico morfológico do primeiro trimestre (transluscência nucal), e se depara com o comprimento cabeçanádegas de 46 mm e a medida da transluscência nucal de 2.5 mm (acima do percentil 95% para a idade gestacional). Você, o médico da UBS, recebe esta paciente na consulta de pré-natal; como seria sua orientação nesse momento?
Alternativas
A) A translucência nucal está alterada, isso indica que podemos estar diante de feto com síndromes cromossômicas ou genéticas, feto com malformações ou feto com DNA normal e sem malformações. A pesquisa de DNA fetal no sangue materno ou por procedimentos invasivos (biópsia de vilo corial ou amniocentese) pode ser considerado, caso a paciente julgue importante.
B) A translucência nucal está normal, o pré-natal é de risco habitual e não há necessidade de qualquer exame adicional.
C) A transluscência nucal está normal, contudo, a paciente deve ser encaminhada ao pré-natal de alto risco para acompanhamento adequado.
D) A translucência nucal está alterada, isso indica o feto é portador de alguma síndrome cromossômica ou genética, e o abortamento deve ser oferecido à paciente como opção legal.
E) A translucência nucal está alterada, porém a alteração é sutil, e podemos afirmar que o feto tem o DNA normal e baixo risco de malformações. A pesquisa de DNA fetal no sangue materno ou por procedimentos invasivos (biópsia de vilo corial ou amniocentese) pode ser dispensada.
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