Translucência Nucal Alterada: Rastreamento e Diagnóstico
Faculdade de Medicina de Marília — Prova 2019
Enunciado
Uma gestante de 40 anos, grávida pela primeira vez, realizou um exame morfológico fetal de primeiro trimestre, que mostrou translucência nucal alterada do feto. Desesperada, procurou seu obstetra e disse a ele que não teria estrutura para ter um filho com síndrome de Down e gostaria de interromper a gestação.Frente a essas considerações, pode-se afirmar que
Alternativas
A) a grávida, numa situação dessa, tem a autonomia para buscar a interrupção da gravidez.
B) somente com esse exame, embora seja um rastreamento positivo, não é possível fechar o diagnóstico de síndrome de Down.
C) a probabilidade de ela ter um feto acometido com síndrome de Down, somente em função de sua idade, é de 15%.
D) somente a translucência alterada não indica probabilidade aumentada de cromossomopatia; é necessário que os demais marcadores também estejam alterados, ou seja, a ausência do osso nasal e a alteração da dopplervelocimetria.
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