Grupo OPTY - Rede de Oftalmologia — Prova 2025
O Trabalho de Parto Prematuro (TPP) é definido como o início de contrações uterinas regulares que resultam em dilatação do colo do útero antes da 37a semana de gestação. Assim, avalie as proposições:I. O histórico prévio de parto prematuro é o principal fator de risco para um novo parto prematuro, aumentando em 25% a chance de recorrência, geralmente na mesma idade gestacional.II. Infecções do sistema genital e urinário, como bacteriúria assintomática, cistite e pielonefrite, estão associadas a um maior risco de trabalho de parto prematuro.III. A vaginose bacteriana foi relacionada não apenas ao parto prematuro, mas também ao abortamento espontâneo, à rotura prematura de membranas e à corioamnionite.Está CORRETO o que se afirma em:
O Trabalho de Parto Prematuro (TPP), definido como o início de contrações uterinas regulares com dilatação cervical antes da 37ª semana de gestação, é uma das principais causas de morbimortalidade neonatal. Compreender seus fatores de risco é crucial para a prevenção e manejo. O histórico prévio de TPP é o fator de risco mais significativo, aumentando substancialmente a chance de recorrência, muitas vezes na mesma idade gestacional. A fisiopatologia do TPP é multifatorial, envolvendo inflamação, infecção, estresse uterino e fatores genéticos. Infecções do sistema genital e urinário, mesmo as assintomáticas como a bacteriúria, são reconhecidas como importantes desencadeadores. A vaginose bacteriana, em particular, tem sido fortemente associada não só ao TPP, mas também a outras complicações graves como abortamento espontâneo, rotura prematura de membranas e corioamnionite, devido à alteração da microbiota vaginal e à produção de citocinas pró-inflamatórias. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado das infecções, juntamente com a identificação de pacientes de alto risco com histórico de TPP, são pilares na prevenção. A triagem e o tratamento da bacteriúria assintomática e a atenção à saúde vaginal são medidas importantes no pré-natal para reduzir o risco de prematuridade e suas consequências.
Os principais fatores incluem histórico prévio de parto prematuro, infecções do trato urinário (bacteriúria assintomática, cistite, pielonefrite) e infecções genitais como a vaginose bacteriana.
O histórico prévio é o fator de risco mais importante, aumentando a chance de um novo parto prematuro em cerca de 25%, frequentemente ocorrendo na mesma idade gestacional.
A vaginose bacteriana está associada não apenas ao parto prematuro, mas também ao abortamento espontâneo, rotura prematura de membranas e corioamnionite, destacando sua importância no pré-natal.
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