Trabalho de Parto Prematuro: Conduta e Maturidade Fetal

Centro Universitário do Estado do Pará — Prova 2020

Enunciado

Primigesta com idade gestacional cronológica de 32 semanas, idade ecográfica de 33 semanas e 2 dias dá entrada no plantão obstétrico referindo dor em baixo ventre. Informa que fez tratamento para infecção urinária no sexto mês de gestação e exame de urina na última consulta há cerca de cinco semanas normal (anotado no cartão pré-natal). Ao exame obstétrico: altura uterina de 30 cm, batimentos cardíacos fetais de 140 bpm, presença de duas contrações de vinte segundos em dez minutos. Toque vaginal: colo esvaecido 50%, 2 cm, apresentação cefálica em -2 de DeLee, bolsa das águas íntegra. Faz parte da conduta adequada para o caso descrito:

Alternativas

  1. A) Tocolítico para inibir o trabalho de parto prematuro e corticóide para acelerar a maturidade fetal.
  2. B) Tratar empiricamente infecção do trato urinário com ampicilina endovenosa por 10 dias.
  3. C) Indicar parto cesárea em função da prematuridade e riscos de complicações no parto vaginal.
  4. D) Corticóide para acelerar a maturidade fetal e deixar evoluir o trabalho de parto em função da cervicodilatação.

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