Trabalho de Parto Prematuro: Diagnóstico e Conduta Inicial
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina — Prova 2019
Enunciado
Gestante de 29 semanas, secundigesta, primípara (parto normal de termo), procura pronto atendimento com queixa de dores no baixo ventre há 2 dias. Exame físico: afebril, FC = 88 bpm, PA = 100 x 60 mmHg, altura uterina 26 cm, FCF = 144 bpm, detecta-se 1 contração uterina em 10 minutos, com duração de 20 segundos, toque com colo amolecido, longo, pérvio para 1 dedo, apresentação cefálica, bolsa íntegra. Nesse caso, a melhor conduta é:
Alternativas
A) Ampliar período de observação para melhor caracterizar como verdadeiro trabalho de parto prematuro.
B) Inibição do trabalho de parto prematuro utilizando atosiban ou nifedipina.
C) Inibição do trabalho de parto prematuro utilizando nifedipina ou terbutalina.
D) Corticoterapia para amadurecimento do pulmão fetal e inibição do trabalho de parto prematuro com nifedipina, terbutalina ou atosiban.
E) Corticoterapia para amadurecimento do pulmão fetal e sulfato de magnésio para neuroproteção fetal.
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