Toxoplasmose Gestacional: Diagnóstico e Manejo na Soroconversão
HFA - Hospital das Forças Armadas (DF) — Prova 2016
Enunciado
Paciente de 25 anos, primigesta, assintomática, sem patologias prévias e sem fatores de risco detectados, iniciou acompanhamento pré-natal com oito semanas de gestação. Foram realizados, entre outros exames, os testes para triagem de toxoplasmose. Inicialmente, o resultado foi anticorpos IgM positivos e anticorpos IgG negativos. Com esse resultado, o obstetra optou por repetir os mesmos exames 15 dias depois. A gestante então retornou para consulta, já com 15 semanas de gestação, e o novo exame apresentou o seguinte resultado: anticorpos IgM positivos e anticorpos IgG também positivos. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que indica a MELHOR conduta a ser tomada:
Alternativas
A) Realização de teste de avidez para anticorpos IgG para afastar a possibilidade de anticorpos IgM residuais de infecção antiga
B) Iniciar tratamento com espiramicina, na dose de 3 g por dia, e programar amniocentese para ser realizada entre 17 e 21 semanas
C) Indicar imediatamente a amniocentese para o diagnóstico de possível infecção fetal
D) Iniciar tratamento com espiramicina, alternando-se de três em três semanas com sulfadiazina, pirimetamina e ácido folínico, bem como realização de ultrassonografia morfológica
E) Em razão dos exames sorológicos para toxoplasmose terem sido discordantes, repetir mais uma vez os testes sorológicos para detecção dos anticorpos IgM e IgG
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