Toxoplasmose Congênita: Diagnóstico e Tratamento Completo

UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2023

Enunciado

RN com 39 semanas de idade gestacional, nasceu em boas condições e está em alojamento conjunto e aleitamento exclusivo. AP PN 2450 g, mãe IgG positiva, com índice de avidez baixo e IgM positiva para toxoplasmose na 20ª semana de gestação, tratada com Espiramicina por 1 mês, sem seguimento de pré-natal após. Exame físico: BEG, icterícia leve na face, mucosas levemente descoradas. Fígado a 3,0 cm do RCD, baço a 2,0 cm do RCE, perímetro cefálico 40 cm, perímetro torácico 35 cm e perímetro abdominal 38 cm. Exames complementares: toxoplasmose IgG reagente 1: 4.096, IgM não reagente, Hb 12 g/dL, Ht 36%, Leucograma normal, BI 4,0 mg/dL; BD1,5 mg/dL. Líquor normal, fundoscopia direta com sinais de coriorretinite, ultrassonografia de crânio com calcificações disseminadas. A conduta para o RN é

Alternativas

  1. A) expectante e, se IgG se mantiver elevada e IgM positiva após 3 meses de seguimento, iniciar o tratamento com espiramicina, sulfadiazina e pirimetamina por 12 meses, suplementação de ácido folínico e corticosteroide.
  2. B) tratamento com espiramicina e suplementação de ácido folínico por 6 meses.
  3. C) tratamento com sulfadiazina e pirimetamina por 12 meses, suplementação de ácido folínico e corticosteroide.
  4. D) tratamento com sulfadiazina e pirimetamina por 6 a 12 meses e suplementação de ácido fólico.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo