Toxoplasmose Congênita: Diagnóstico e Tratamento no RN

UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2024

Enunciado

RN apresenta icterícia com 8 horas de vida. AP: gestação de 40 semanas, peso 1980 g, boas condições de nascimento. AF: mãe apresentou IgG positiva, com índice de avidez baixo e IgM positiva para toxoplasmose na 20ª semana de gestação, porém recusou tratamento e perdeu seguimento de pré-natal. Ao exame físico: icterícia leve em face, mucosas descoradas, abdome globoso, fígado palpável a 3,0 cm do rebordo costal direito na linha hemiclavicular, baço a 2,0 cm do rebordo costal esquerdo na linha hemiclavicular. Perímetros: cefálico 44 cm, torácico 35 cm e abdominal 38 cm. Aos exames laboratoriais: sorologias para toxoplasmose colhidas da mãe no momento do parto e do RN IgG e IgM reagentes. A conduta em relação ao RN é

Alternativas

  1. A) iniciar tratamento com sulfadiazina e pirimetamina, solicitar hemograma, dosagem de bilirrubinas, TGO, TGP, liquor, US crânio, exame de fundo de olho e avaliação auditiva.
  2. B) iniciar tratamento com espiramicina associada a corticosteroides, solicitar US de crânio e exame de fundo de olho.
  3. C) encaminhar o paciente para seguimento especializado, repetir as sorologias do RN com semanas de vida e tomar decisão sobre o esquema terapêutico após os resultados desses exames.
  4. D) solicitar TC de crânio e realizar o teste do reflexo vermelho (teste do olhinho). Se alterados, iniciar o tratamento com espiramicina, ácido folínico e corticosteroide.

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