Toxicidade Pulmonar por Amiodarona: Diagnóstico e Manejo

HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Homem de 49 anos, portador de cardiopatia chagásica em preparo para transplante cardíaco, ex-tabagista de 30 maços-anos, tendo parado há 7 anos, sempre acompanhado e apresentando-se em classe funcional III da NYHA. Refere, no entanto piora nos últimos dias da dispneia, que se apresentava em repouso, associado a quadro de febre baixa diária. Vinha em uso de furosemida 40 mg, espironolactona 25 mg, Amiodarona 200 mg, losartan 50 mg. Negava descontinuidade dos medicamentos. Paciente foi internado, sendo submetido a terapêutica para insuficiência cardíaca descompensada, além de antibioticoterapia, porém sem melhora. Em TC de tórax, evidenciado espessamento de septos interlobulares com áreas de infiltrados em “vidro-fosco”. Diante do quadro, o paciente foi submetido à biópsia pulmonar, sendo evidenciada pneumonia intersticial crônica não específica, com moderado infiltrado inflamatório mononuclear no septo alveolar e abundante número de macrófagos nos espaços alveolares. Em lavado broncoalveolar, presença de células espumosas. Diante do diagnóstico, assinale a conduta mais importante a ser tomada:

Alternativas

  1. A) Iniciar ciclofosfamida.
  2. B) Iniciar plasmaférese.
  3. C) Suspender espironolactona.
  4. D) Suspender amiodarona. 
  5. E) Suspender losartana.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo