HSL Copacabana - Hospital São Lucas Copacabana (RJ) — Prova 2020
Uma mulher de 26 anos de idade recebeu um transplante alogênico de medula óssea há 9 meses por leucemia mielóide aguda. Seu curso de transplante é complicado pela doença do enxerto contra o hospedeiro, com diarreia, perda de peso e erupção cutânea. Ela é imunossuprimida com tacrolimus 1 mg duas vezes ao dia e prednisona 7,5 mg por dia. Recentemente, ela foi internada no hospital com falta de ar e febre. Ela tem uma tomografia computadorizada de tórax mostrando pneumonia nodular e organismos fúngicos são vistos em uma biópsia pulmonar trans brônquica. A cultura demonstra Aspergillus fumigatus, e um nível sérico de galactomanana é elevado. Ela é iniciada em terapia com voriconazol 6 mg / kg IV a cada 12 horas por 1 dia, diminuindo para 4 mg / kg IV a cada 12 horas a partir do dia 2. Dois dias após o início do voriconazol, ela não está mais febril, mas se queixa de dores de cabeça e tremores. Sua pressão arterial é de 150/92 mmHg, acima dos 108/60 mmHg na admissão. No exame, ela desenvolveu edema de +/4+ nas extremidades inferiores. Sua creatinina aumentou para 1,7 mg / dl de 0,8 mg / dL na admissão. Qual é a causa mais provável do quadro clínico atual do paciente?
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