Toxicidade por Lidocaína: Reconhecimento e Manejo Urgente

UFU/HC - Hospital de Clínicas de Uberlândia (MG) — Prova 2017

Enunciado

Jerônimo, 70 anos, 65Kg, com insufisiência hepática compensada, foi operado de uma hénia inguinal sob anestesia local. O anestésico disponível é a Lidocaína 2% sem vasoconstritor. O paciente é monitorizado e recebe 5mg de Midazolan para sedação. O cirurgião infiltra a região inguinal usando 30ml do anestésico, sendo que 5 minutos após a infiltração, o paciente apresenta tremores musculares, náuseas, hipotensão, bradicardia torna-se meio confuso. Qual deve ser a conduta do cirurgião neste momento?

Alternativas

  1. A) Administrar mais 5mg de Midazolan para aumentar a sedação do paciente.
  2. B) Iniciar rapidamente com trombolítico e colher enzimas cardíacas.
  3. C) Administrar O2 a 100% sob máscara, colocar paciente em posição de Trendelenburg. 
  4. D) Elevar cabeceira da mesa, aumentar a hidratação e realizar a cirurgia o mais rápido possível.
  5. E) Administrar EV 1000 ml de Ringer Lactato, aberto.

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