HNMD - Hospital Naval Marcílio Dias (RJ) — Prova 2023
Roberta, 20 anos, nuligesta, não se encontra em uso de nenhum método hormonal de contracepção, desde que inseriu seu DIU de cobre há 2 anos. Nesse período, encontrava-se muito bem adaptada ao método, com ciclos menstruais regulares, sangramento leve e nenhuma cólica menstrual. Há pouco mais de um dia, iniciou dor em forte intensidade e progressivamente pior, mais localizada à esquerda, com boa resposta a analgésicos no início, porém a cada vez nota menor benefício com o uso destes. Decidiu comparecer à emergência e, ao exame físico, apresentava temperatura axilar de 37,2ºC, tumoração palpável esquerda ao toque bimanual, dolorosa, e com descompressão súbita dolorosa em quadrante inferior esquerdo. Não se observou conteúdo vaginal patológico e o Sinal de Chandelier era ausente. Realizada ultrassonografia à beira do leito, que evidenciou tumoração anexial esquerda, medindo 7 cm, sem fluxo vascular em pedículo ovariano desse lado e mínima quantidade de líquido em fundo de saco. O diagnóstico sindrômico e a patologia anexial observada mais prováveis, bem como a conduta mais adequada são, respectivamente:
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