Tórax Instável: Manejo da Insuficiência Respiratória Aguda

HSC - Hospital Samaritano Campinas (SP) — Prova 2024

Enunciado

Homem de 23 anos, vítima de atropelamento por automóvel, foi trazido pela equipe de resgate ao pronto-socorro em prancha rígida com colar cervical e acesso venoso. À avaliação inicial, o paciente estava alerta e contactuante, com sinais de instabilidade torácica à esquerda. Frequência cardíaca de 110bpm, pressão arterial de 120/70mmHg, frequência respiratória de 33ipm e saturação de O2 de 99% em máscara de oxigênio não reinalante. A percussão torácica tem som claro pulmonar e a ausculta está reduzida em todo o hemitórax esquerdo. A radiografia de tórax confirmou fraturas em pelo menos 5 arcos costais, algumas em mais de um ponto. Não há hemorragias visíveis, o ultrassom FAST descartou sangramento abdominal e o paciente manteve estabilidade hemodinâmica durante a avaliação; a pelve está estável e a avaliação neurológica não mostrou alterações. A conduta adequada a tomar em relação a este quadro é:

Alternativas

  1. A) realizar intubação orotraqueal e transferir à unidade de terapia intensiva sob ventilação mecânica
  2. B) conduzir ao centro cirúrgico imediatamente para realizar fixação dos arcos costais e garantir a estabilidade
  3. C) indicar toracoscopia de urgência para avaliar o grau de contusão pulmonar e, caso necessário, lobectomia ou pneumectomia
  4. D) drenar o hemitórax esquerdo com dreno tubular sob vácuo para garantir a expansão pulmonar adequada

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