CBO Teórico-Prática - Prova de Imagens da Oftalmologia — Prova 2017
A tomografia de coerência óptica que mais provavelmente se correlaciona com a retinografia é:
OCT → 'Biópsia óptica' que correlaciona achados anatômicos da retinografia com camadas retinianas.
A correlação entre retinografia e OCT é fundamental para localizar precisamente alterações estruturais, como edemas ou trações, nas diferentes camadas da retina e coroides.
A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) revolucionou a oftalmologia ao permitir a visualização in vivo da anatomia retiniana. A interpretação correta exige que o examinador localize o 'scan' (corte) dentro da imagem de fundo (retinografia ou infravermelho). Essa correlação é vital em doenças como a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) e o Edema Macular Diabético, onde a decisão terapêutica depende da localização exata do fluido (intra-retiniano vs sub-retiniano). O domínio dessa correlação diferencia o especialista na condução de casos complexos de retina.
É a prática de sobrepor ou comparar os achados visíveis na retinografia (como hemorragias, exsudatos ou alterações pigmentares) com os cortes transversais do OCT. Isso permite identificar em qual camada da retina (interna, externa ou espaço sub-retiniano) a patologia está localizada.
O OCT utiliza interferometria de baixa coerência para gerar imagens de alta resolução das camadas retinianas em tempo real, com detalhes próximos aos de um corte histológico, mas de forma não invasiva e in vivo.
A fóvea é identificada pela depressão foveal característica, onde há o adelgaçamento das camadas internas da retina e uma maior concentração de fotorreceptores (cones) na camada externa, visível como um aumento da espessura da camada nuclear externa.
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