TG18: Antibioticoterapia na Colecistite Aguda Pós-Operatória

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um homem de 45 anos procura o pronto-atendimento com quadro de dor súbita em hipocôndrio direito irradiada para a região escapular, iniciada há cerca de 20 horas. Ao exame físico, apresenta-se febril (37,8 °C), com sinal de Murphy positivo e ausência de sinais de peritonite difusa. Os exames laboratoriais revelam leucocitose discreta (12.800/mm³) e a ultrassonografia de abdome demonstra vesícula biliar com paredes espessadas (5,5 mm), presença de cálculo único impactado no colo e pequeno volume de líquido pericolecístico. O paciente é submetido à colecistectomia videolaparoscópica nas primeiras 24 horas de internação. O achado intraoperatório confirma vesícula inflamada, porém íntegra, sem sinais de necrose, gangrena ou perfuração. Com base nas diretrizes atuais (Tokyo Guidelines - TG18) para o manejo da colecistite aguda, a conduta mais adequada quanto à antibioticoterapia no pós-operatório é:

Alternativas

  1. A) Manter o antibiótico endovenoso até que o paciente permaneça afebril por 48 horas.
  2. B) Manter a antibioticoterapia por 7 a 10 dias para prevenir a formação de abscessos.
  3. C) Prescrever antibioticoterapia por via oral por 5 dias adicionais após a alta hospitalar.
  4. D) Suspender a antibioticoterapia imediatamente após a realização da cirurgia.

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