Tireotoxicose por Amiodarona: Manejo do Tipo 1 e Tipo 2

PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2025

Enunciado

Homem, 71 anos de idade, após diagnóstico de fibrilação atrial, iniciou uso de amiodarona. Após 3 meses, retorna para reavaliação com o cardiologista. Ao exame físico: PA 120 X 70 mmHg, FC 116 bpm com ritmo cardíaco irregular. Tireoide com volume levemente aumentado e sem nódulos palpáveis. Ausência de alterações oculares e presença de leve tremores de extremidades. Exame laboratoriais: TSH < 0,031 mUI/L (VR: 0,4 a 4,0); T4 livre 3,8 ng/dL (VR: 0,8 a 1,9); TRAb 4,5 U/L (VR: < 1,0). A ecografia da tireoide mostrou aumento difuso da vascularização com o pico sistólico de artérias tireoidianas > 60 cm/s. Na impossibilidade da suspensão da amiodarona, qual é a conduta inicial recomendada?

Alternativas

  1. A) Começar com glicocorticóide oral na dose de prednisona 0,5 mg/Kg/dia.
  2. B) Introduzir tionamida, como tapazol 20 mg/dia.
  3. C) Encaminhar para radioiodoterapia para tratamento definitivo.
  4. D) Observar clinicamente, repetir e reavaliar exames em três meses.

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