FMC/HEAA - Faculdade de Medicina de Campos - Hospital Álvaro Alvim (RJ) — Prova 2021
Menina de sete anos é levada a atendimento devido ao aparecimento, há duas semanas, de pápula eritematosa de crescimento centrífugo no tronco. Exame físico: lesão circular, bem delimitada, de 3cm de diâmetro no tórax, mais descamativa na periferia, centro claro e prurido local. Restante do exame físico sem anormalidades. A principal hipótese diagnóstica é:
Tinea corporis → lesão anular, eritematosa, descamativa periférica, centro claro, prurido.
A tinea corporis é uma infecção fúngica superficial da pele causada por dermatófitos. Sua apresentação clássica é uma lesão anular com bordas elevadas, eritematosas e descamativas, e clareamento central, o que a diferencia de outras dermatoses.
A Tinea corporis é uma dermatofitose comum, especialmente em crianças, causada por fungos que infectam a pele. É uma condição prevalente na prática pediátrica e dermatológica, sendo importante o reconhecimento precoce para evitar disseminação e complicações. O diagnóstico é primariamente clínico, baseado na morfologia da lesão. Caracteriza-se por uma pápula eritematosa que cresce centrifugamente, formando uma placa anular com bordas ativas (eritematosas, elevadas, descamativas) e centro com tendência a clareamento. O prurido é um sintoma frequente. O tratamento geralmente é feito com antifúngicos tópicos. A diferenciação de outras dermatoses como psoríase, eczema atópico e impetigo é crucial para o manejo adequado. O prognóstico é bom com tratamento correto, mas a recorrência pode ocorrer se fatores predisponentes não forem controlados.
A Tinea corporis tipicamente se apresenta como uma lesão anular, eritematosa, com bordas elevadas e descamativas, e clareamento central. Prurido é um sintoma comum.
A Tinea corporis tem bordas bem delimitadas e crescimento centrífugo com clareamento central, enquanto o eczema atópico geralmente apresenta lesões mais difusas, mal delimitadas e com liquenificação em casos crônicos.
O tratamento inicial geralmente envolve antifúngicos tópicos como miconazol, clotrimazol ou terbinafina. Em casos extensos ou refratários, antifúngicos orais podem ser necessários.
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