CERMAM - Comissão Estadual de Residência Médica do Amazonas — Prova 2025
O teste da orelhinha ou exame de emissão otoacústica deve ser realizado em:
Teste da Orelhinha (EOA) → triagem universal em TODOS RN, idealmente 3º-5º dia de vida.
O teste da orelhinha (Emissões Otoacústicas) é um exame de triagem auditiva neonatal universal, obrigatório no Brasil, que deve ser realizado em todos os recém-nascidos para detecção precoce de deficiência auditiva, idealmente antes da alta hospitalar ou nos primeiros dias de vida.
O Teste da Orelhinha, formalmente conhecido como Triagem Auditiva Neonatal (TAN) ou exame de Emissões Otoacústicas (EOA), é um procedimento de triagem universal e obrigatório no Brasil, conforme a Lei Federal nº 12.303/2010. Seu principal objetivo é identificar precocemente a deficiência auditiva congênita, uma condição que afeta cerca de 1 a 3 a cada 1000 recém-nascidos e que, se não diagnosticada e tratada a tempo, pode comprometer gravemente o desenvolvimento da linguagem e da comunicação. O exame é simples, rápido, não invasivo e indolor, sendo realizado idealmente entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê, antes da alta hospitalar. Ele avalia a integridade do sistema auditivo periférico, especificamente a função das células ciliadas externas da cóclea. A detecção precoce da perda auditiva é fundamental, pois a intervenção antes dos seis meses de idade pode garantir um desenvolvimento linguístico e cognitivo muito mais próximo ao de crianças com audição normal. Para o residente, é vital compreender a importância da TAN universal, a técnica de realização e os passos subsequentes em caso de falha no teste. A falha inicial não significa necessariamente surdez, mas indica a necessidade de reavaliação e, se persistir, de exames diagnósticos mais aprofundados para confirmar o diagnóstico e iniciar o plano terapêutico adequado, que pode incluir aparelhos auditivos ou implante coclear.
O Teste da Orelhinha, ou exame de Emissões Otoacústicas (EOA), é um procedimento rápido e indolor que avalia a função das células ciliadas externas da cóclea. Um pequeno fone é colocado no ouvido do bebê, emitindo sons e registrando as respostas do ouvido, indicando se a audição está presente ou se há necessidade de investigação adicional.
A triagem auditiva neonatal universal é crucial para o diagnóstico precoce da deficiência auditiva, permitindo intervenção antes dos 6 meses de idade. Isso é fundamental para o desenvolvimento da fala, linguagem e habilidades sociais da criança, minimizando os impactos negativos da surdez congênita.
Se o recém-nascido não passar no Teste da Orelhinha, ele deve ser encaminhado para uma reavaliação e, se necessário, para exames complementares como o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE/BERA). O objetivo é confirmar ou descartar a perda auditiva e iniciar o tratamento o mais cedo possível.
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