HPP - Hospital Infantil Pequeno Príncipe (PR) — Prova 2023
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria o teste do olhinho deve ser realizado nos seguintes momentos:
Teste do olhinho (reflexo vermelho) → SBP recomenda ao nascer, 1ª consulta puericultura, 2, 6, 9, 12 meses, e 2x/ano após 1 ano.
O teste do olhinho é uma triagem essencial para detectar precocemente alterações oculares que podem levar à cegueira. A SBP estabelece um cronograma rigoroso de repetições para garantir a detecção de patologias congênitas ou adquiridas nos primeiros anos de vida.
O Teste do Olhinho, ou Teste do Reflexo Vermelho, é uma ferramenta de triagem simples e de baixo custo, mas de fundamental importância na detecção precoce de diversas patologias oculares em crianças, que, se não tratadas, podem levar à cegueira irreversível. Ele avalia a presença e a qualidade do reflexo vermelho na pupila, indicando a transparência dos meios oculares. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) estabelece um cronograma rigoroso para a realização do teste, visando cobrir os períodos críticos de desenvolvimento ocular. O teste deve ser realizado ao nascer, na primeira consulta de puericultura, e repetido aos 2, 6, 9 e 12 meses de idade. Após o primeiro ano de vida, a recomendação é que seja feito duas vezes por ano, até que a criança possa colaborar com um exame oftalmológico completo. A detecção precoce de condições como catarata congênita, glaucoma congênito, retinoblastoma, estrabismo e outras anomalias permite intervenções terapêuticas mais eficazes, minimizando o risco de comprometimento visual permanente. A falha em realizar o teste ou em seguir o cronograma pode atrasar o diagnóstico e o tratamento, comprometendo o prognóstico visual da criança.
O teste do olhinho pode detectar condições como catarata congênita, glaucoma congênito, retinoblastoma, estrabismo, infecções e outras anomalias que afetam o reflexo vermelho.
A SBP recomenda o teste ao nascer, na primeira consulta de puericultura, aos 2, 6, 9 e 12 meses de idade, e, após o primeiro ano, duas vezes por ano.
A repetição é crucial porque algumas patologias oculares podem se desenvolver ou se manifestar em diferentes fases do crescimento infantil, garantindo a detecção precoce e intervenção oportuna.
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