SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2019
O teste ergométrico é um exame apropriado para pacientes com
Teste ergométrico é apropriado para estratificação de risco pós-SCA tratada sem angiografia coronária prévia.
O teste ergométrico é útil para avaliar a isquemia miocárdica e estratificar o risco em pacientes com história de Síndrome Coronária Aguda (SCA) que foram tratados clinicamente e não realizaram angiografia coronária, ajudando a guiar futuras condutas.
O teste ergométrico, ou teste de esforço, é uma ferramenta diagnóstica e prognóstica amplamente utilizada na cardiologia para avaliar a resposta do coração ao estresse físico. Ele é fundamental na investigação de isquemia miocárdica e na estratificação de risco em pacientes com suspeita ou doença arterial coronariana (DAC) conhecida. Sua correta indicação é crucial para garantir a segurança do paciente e a acurácia dos resultados. Uma das indicações apropriadas para o teste ergométrico é a avaliação de pacientes com história de Síndrome Coronária Aguda (SCA) que foram tratados clinicamente (sem revascularização) e não realizaram angiografia coronária. Nesses casos, o teste ajuda a identificar isquemia residual, avaliar a capacidade funcional e guiar a necessidade de investigações mais invasivas ou ajustes terapêuticos. É imperativo que residentes e estudantes de medicina conheçam as contraindicações do teste ergométrico. Condições como angina instável, infarto agudo do miocárdio recente, estenose aórtica grave sintomática, pericardite aguda e arritmias graves descontroladas são contraindicações absolutas, pois o esforço pode precipitar eventos cardíacos graves. O conhecimento dessas indicações e contraindicações é essencial para a prática clínica segura e eficaz.
Contraindicações absolutas incluem angina instável de alto risco, infarto agudo do miocárdio recente (<2 dias), estenose aórtica grave sintomática, insuficiência cardíaca descompensada, miocardite ou pericardite aguda, e arritmias graves não controladas.
Nesses pacientes, o teste ergométrico ajuda a identificar isquemia residual, avaliar a capacidade funcional, determinar a eficácia do tratamento e estratificar o risco de futuros eventos cardíacos, auxiliando na decisão sobre a necessidade de investigações mais invasivas ou ajustes terapêuticos.
Não deve ser realizado em pacientes com condições agudas ou instáveis, como angina instável, infarto pulmonar, pericardite aguda, ou em casos de estenose aórtica sintomática, devido ao risco de precipitar eventos adversos graves.
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