TRH em Histerectomizadas: Escolha do Estrogênio Isolado

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Sorocaba — Prova 2019

Enunciado

A.J.C.F.S., 52 anos, casada, dentista. Procurou ajuda porque não consegue mais trabalhar, uma vez que tem muitas ondas de calor, especialmente quando está trabalhando sob o foco odontológico. Esses ‘calores’ também atrapalham seu sono, o que a deixa muito cansada no dia seguinte, com nervosismo excessivo e depressão. Percebe redução da libido sexual e evita seu marido; nos raros momentos em que concorda manter coito, sua vagina permanece seca, o que provoca dispareunia. Ela foi submetida a histerectomia total há 6 anos, por quadro de adenomiose e leiomiomatose uterina. Teve 1 filha. Seu I.M.C. é 19.5, não apresenta comorbidades atualmente, nem tampouco tem antecedentes mórbidos pessoais e familiares relevantes. Seus exames subsidiários estão dentro dos padrões da normalidade. Assinale entre as alternativas abaixo a prescrição medicamentosa CORRETA para essa paciente:

Alternativas

  1. A)  Etinilestradiol 30 mcg + Gestodeno 75 mcg 1 comprimido via oral diário, sem pausa.
  2. B)  Testosterona bioidêntica em apresentação gel vaginal de 2%, aplicações diárias intravaginais.
  3. C)  Estradiol percutâneo 0,5 mg ao dia, aplicações diárias na face interna da coxa.
  4. D)  Medroxiprogesterona 10 mg via oral durante 14 dias mensalmente.

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